quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Lombo a Lá Amon

Inventei essa receita no momento do preparo.
Ela consiste em lombo grelhado, com champignon, ao molho de laranja com cenoura, sal rosa e para acompanhar purê de abóbora e arroz.
O vinho foi o Pinta Negra que, apesar de tinto, caiu como uma luva, pois a harmonização com o prato foi perfeita.
O som do preparo foi Steve Vai...

domingo, 28 de setembro de 2014

Habañero Bar das Américas


Hoje inauguro a seção que tratarei de restaurantes, lugares nos quais irei fazer visita e analisarei, segundo o meu gosto e paladar, o serviço prestado e o prato servido.
O lugar da vez foi o Habañero Bar, localizado Rua Alfredo Pujol, 14, Santana, São Paulo/SP. Um distinto local, que consegue dar um ar de sofisticação para a esquina na qual é situado. 
Ao entrar, fui muito bem recepcionado sendo levado para uma das 4 mesas que me foram postas à disposição. 

Os garçons foram muito bem atenciosos, mostrando preocupação com os clientes, inclusive com aqueles que provavelmente desconheciam a culinária Mexicana. 
O ambiente é muito agradável e é montado com base na cultura mexicana, com uma banheira com terra e cacto, imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, quadros com o tema decoração ímpar. 
Pedi uma Quesadilla de carne, o que me deu direito  a servir-me de um buffet com entradas e saladas mexicanas. 

A Quesadilla tortilla de trigo recheada com filé de costela, frijoles, alface e queijo prato, sour cream, salsa caliente, guacamole e sour cream.
Prato para o qual dou nota 9,0, muito bem servido e saboroso. O queijo vem na medida certa, e o filé de costela é macia e extremamente saboroso. 
A noite o lugar é elegante, sofisticado, as luzes e o espaço externo dão um ar, romântico e introspectivos, perfeitos para casais. 
Para beber, pedi mesmo a Serra Malte, cerveja já conhecida em terras Tupiniquins. 
Recomendo, inclusive o rodízio de comida mexicana servido aos domingos na hora do almoço. 
Aurelio Mendes - @amon78

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Aprenda a lutar - Judô

As artes marciais, ainda que atualmente se demonstre algo diverso, são muito mais do que um somatório de técnicas de luta, pois têm incorporadas as mais ricas filosofias orientais.
Atualmente com a popularização do MMA, a agressividade parece ser o ponto mais alto do atleta, mas isso não é verdade.
Judô, Karatê, Kung-fu entre outras artes marciais demonstram bem a faceta filosófica a qual me refiro.
Hoje daremos uma breve introdução ao Judô, arte marcial que exige respeito a algumas regras, dentre elas:
- Respeitar os superiores e colegas;
- Cumprimentar corretamente ao entrar e sair do Dojô;
- Manter silêncio no Dojô;
- Ajoelhar em ordem, quando da chegada do professor;
- Estar atento as instruções do professor;
- Sentar-se corretamente no tatami;
- Não beber água durante as aulas;
- Sair durante as aulas somente em casos de extrema necessidade, não sem antes ter a anuência do professor;
- Manter o Dojô sempre limpo;
- Não treinar em outras academias sem anuência e aval do professor.

Como a filosofia prega paciência e reflexão, essas são as lições de hoje. Leiam e reflitam.

sábado, 30 de agosto de 2014

Era um garoto que como eu, não amava tanto os Beatles, mas cresceu e foi ser pai. A paternidade


A vida é uma coisa louca, um caminho que temos que trilhar para superar a nós mesmos, para tropeçar e nos levantar, para abaixar a cabeça em sinal de respeito, mas evitar fazer o mesmo por vergonha. 
Você nasce, cresce, vira um projeto de gente, estuda, namora, brinca, joga video-games, vai para o estágio, conhece bandas novas, namora, vê filmes, jornais, aprende a dirigir, se forma, arruma um emprego (que jamais será o de seus sonhos, pois o ser humano é descontente), conhece alguém especial, se casa, sorri, chora, deixa o cabelo crescer, raspa a cabeleira, faz tattoo, tem um filho....
Opa...
Eu escrevi, "tem um filho"?
Isso mesmo, "mermão" "ter um filho".
Sim, você tem um filho, momento no qual alguém - provavelmente Deus - gira a chave seletora de seu "eu" tão ignorante, pequeno, egoísta e singelo, para ligar parte de você que estava adormecido, descansando em algum lugar, com muito sol, praia, águas límpidas, prancha de surf, mas que tem que acordar para a "vida", pois desse momento em diante, você tem que ensinar seu filho a caminhar na trilha para superar  a si mesmo, para tropeçar e se levantar, para abaixar a cabeça em sinal de respeito, mas evitar fazer o mesmo por vergonha, etc, etc, etc....
Na maternidade que o caminho te leva para o ponto zero. Sabe igual no velho e conhecido "jogo da vida", não o real, mas aquele de tabuleiro, no qual de algum modo você iniciou o jogo novamente?
Então...
Vejam só...
Assim que você vê o obstetra tirar a criança do ventre materno, quase que gritando instantaneamente e a sua chave seletora é alterada para o botão "responsa", "responsa", "responsa", "você agora é um homem", "dignidade", "ensinamentos", "aprendizagem", "preocupação", "preocupação", "preocupação", "amor", "amor", "amor", "sentimento sem limites", e por aí vai.
Nesse momento amigão, você realmente descobre o que é ser homem, o que a vida significa e o quanto vale o verdadeiro amor, o resto é balela, conto de fadas.
Agora, você já não é mais dono de si, não administra seu tempo, nem poderá usufruir daquela gordurinha da  picanha (pois se seu filho quiser, acredite, será dele), você não saberá o significado de televisão à cabo, mas única e tão-somente da Discovery Kids, Peppa Pig, Tri fu ton, etc.
Mas, por outro lado, saberá que é recompensar trabalhar arduamente, poder ver seu filho correr, cair, comer, gritar, viver...
Nada mais gratificante que chegar em casa e ver o sorriso do bebê, que - apesar de não saber se expressar tão bem, nem de ter ciência de suas necessidades, te ama "brow", te ama e te quer ao seu lado.
E assim, vamos viver a vida. 
Curtindo cada instante do pequeno, aprender com ele, ensiná-lo também. 
Vamos sorrir, brincar, quebrar objetos e fazer tudo o que temos direito. Pois, a vida é assim, um caminho e o fim pode estar bem ali.
Aurelio Mendes - @amon78